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STARGIRL 1X13 – STARS & S.T.R.I.P.E. PART 2

O bem vence o mal, espanta o temporal. Azul, amarelo... tudo é muito belo.

Um final de temporada corrido, mas muito bom.

Ao longo da temporada, Stargirl maio que deu uma diminuída nos perigos para introduzir a SJA Teen.

Dúvida? Eles são jovens destreinados que entraram numa roubada maior do que eles, mas aos poucos, eles foram se adequando aos mocassins de seus predecessores. Eles não estão perfeitos, mas é o que tem pra hoje. E não são ruins no que fazem.

E isso nos traz ao episódio 13.

Star and S.T.R.I.P.E.S. parte 2 contínua do ponto que a parte 1 parou: com Pat quase matando Courtney, Barbara controlada e Beth tentando ser mais inteligente do que o jogador pra resolver o problema. Será que nossos heróis sobreviverão ao problema que enfrentam?

Bem, os heróis sobrevivem, já os vilões… É, eles continuam se matando.

Ah, claro… Shiv matou seu pai, mas a gente meio que já esperava algo assim, né? O que ninguém esperava? Yolanda matou o Onda Mental.  Foram duas mortes meio nhé, as lutas foram meio corridas, mas isso não diminui o episódio. Como Courtney disse quando se encheu de Cindy: “Não tenho tempo pra isso”.  Foi divertido vê-la lidar com a Shiv como se ela não fosse nada? Foi, mas isso meio que pareceu o roteirista te dizendo que tem muita coisa pra mostrar e que precisa correr com a história.

Pior que foi assim mesmo.

Beth e Chuck resolveram a questão do Jogador roubando seu dinheiro e transferindo para ações beneficentes. Ela atacou onde doía e ele se retirou do jogo.  Ponto pra ela. Quando o Onda Mental saiu do posto só pra morrer, o Jogador simplesmente fechou o tabuleiro e saiu de cena.

Foi interessante ver o encontro do Rick com o Solomon Grundy, que nasceu na segunda, só pra levar uma bela surra na quinta. No fim da luta, o garoto acabou fazendo as pazes consigo mesmo e parou de ser um fio desencapado. Já Yolanda, acabou traumatizada com o que fez e apesar de toda a evolução do personagem, ela acabou sendo devolvida ao ponto que a encontramos no começo da série.

O mais bizarro foi o Geada. Ao longo da série, dava pra perceber que ele tinha uma quedinha pela Whitmore mãe, mas dai a virar um Stalker pervertido… foi o momento em que ele mais deu medo.  O bom é que o Pat (e Courtney) chegou pra salvar o dia e a mocinha desempoderada da história. No fim, o Geada desaba da torre em que havia levado Barbara e Mike passa por cima dele com uma caminhonete. Foi um belo quebra-gelo.

Sabe o que é mais interessante? A imensa antena parabólica que transmitia as ordens do projeto Nova américa foi destruída. O ponto é: ela estava abaixo da quadra do colégio dos garotos o tempo todo. É o velho clichê do chão que se abre e revela algo meio sem lógica. Até que funcionou.

No fim tudo deu certo, mas já sabemos que  na segunda temporada teremos o Shade, clássico vilão do Flash que participou de várias histórias do Starman, Eclipso, vilão dos anos 60 da Liga e além disso,  veremos a volta dos que não foram.

Sabe, após 13 episódios, é interessante ver o quanto deu gosto de assistir essa temporada. A série é meio bobinha, mas diverte. E no final, você vai se apegando tanto aos personagens que esquece todas as arestas que precisam ser aparadas no roteiro.

Até a segunda temporada.

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