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Stargirl 1X02 – “S.T.R.I.P.E.”

“S.T.R.I.P.E.”, o segundo episódio de Stargirl, continua na linha de debochar de Pat Durgan, desde o primeiro episódio é lembrado que não adianta o que ele faça, qualquer um, menos ele, assumirá o protagonismo da série.

Gênio da engenharia? Pai protetor? De que adianta Pat Durgan ser tudo isso, se sua vida sempre acaba sendo ofuscada por adolescentes? Quando a tragédia bateu a sua porta, ele decidiu pegar sua superarmadura para ajudar sua enteada. Os dois continuaram vivos, mas até quando?

No dia seguinte a toda essa confusão, os vilões estão de sobreaviso, principalmente Onda Mental, que assim como seu filho, foi vencido por uma menininha e seu bastão. Courtney e Henry Jr. voltam para a escola. Só que Henry pai encontrou o crachá de Courtney e aproveita um evento escolar para investigar e descobrir a menina, que está assustada e acaba se entregando.

Como todo bom vilão, Onda Mental ameaça matar a mãe da menina caso ela não lhe entregue o bastão, o que deixa Pat em frangalhos. Ele decide vestir sua armadura brilhante e enfrentar o mestre do mal, mas acaba levando uma bela surra e é salvo no ultimo momento pela Stargirl, que acaba deixando onda mental em coma por acidente.

O episódio termina com o anuncio de que o Geada será a ameaça do próximo episódio.

Stargirl é uma daquelas gratas surpresas. É uma série de menininhas, mas não o bastante para constranger outros públicos, sabe dosar o drama a ação e a comédia… Acaba sendo a série leve que todos precisavam, uma vez que suas colegas de CW foram aos poucos assumindo outros tons. A cena em que o S.T.R.I.P.E. estava sendo ajustado, lembrou do quando Luke Wilson funciona em cenas de comédia, algo que essa série usa muito bem. E sim, o CGI deixou o robô parecendo um bonequinho, mas creio que foi proposital, uma forma de brincar com o conceito.

Mais uma vez vimos Yolanda Montez (Futura Pantera) e Beth Chapéu (futura Dra. Meia-Noite). É interessante como o roteiro foca a personalidade das duas sem gastar muito tempo explicando. Vemos que Yolanda é anti-social e sem empatia pelos outros e que Beth é tão solitária que chega a fazer video conferencias com os pais, uma atitude patética e esperançosa, típica de alguém cujo bom humor e esperança espantam suas trevas pessoais.

Outro ponto alto é o tema da Stargirl é divertido e lembra aquelas musicas dos filmes dos anos 80, adequado pro tipo de história e do publico que pretendem alcançar.

Sinceramente? Vale a viagem. Estamos aprendendo junto com a protagonista, o que torna sua jornada simpática.

Que venha o terceiro episódio.

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