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O que aconteceria se… Thor fosse filho único?

No sétimo episódio de What If…? Thor luta pelo direito de… festejar?

Em O que aconteceria se… Thor fosse filho único, vemos uma versão do personagem que poderia muito bem ser substituída pelo Hércules.

Como o Vigia bem lembrou, a importância de Loki na vida de Thor foi grande. Graças às pressões e traquinagens do meio-irmão, o loirão foi forçado a encarar uma série de situação que não só o deixaram mais inteligente como um pouco mais humilde.

Sem essa convivência, ele (supostamente) virou um mimadinho festeiro que destrói planetas com suas raves.

Nisso, vemos o quanto a mão de Taima Caititi influenciou a forma como o estúdio vê o personagem, que sempre esteve mais pra Shakespeare do que pra Mr. Bean.

É um episódio divertido e sem noção que se passa antes dos eventos do primeiro Vingadores que não só nos mostra uma versão alternativa da forma que Thor e Jane Zoster se conheceram como nos mostra uma versão do Loki que continuou sendo um dos gigantes do gelo.

Se você gosta de filmes como O Dono da Festa e Projeto X, vai amar esse episódio, até porque ele aproveita todas as referências possíveis desse tipo de filme. Falando em referências… A quantidade de easter eggs é espantosa. O episódio é um verdadeiro quem é quem do universo cósmico do UCM até a fase 4.

Duas pérolas:

Eles resolveram a treta toda chamando a mamãe do loirão. Mais referencia a filme dos anos 80, impossível.

E a Capitã Marvel…

Se ela tivesse sido apresentada nesse episódio e não naquele filme fraco, ela pareceria mais Badass. Uma coisa é o personagem achar que é alguma coisa. A outra é ele ser.

Aqui, ela conseguiu ser.

O problema com os filmes é que é praticamente impossível você deixar um personagem overpower sem enfraquecer outro e personagens poderosos demais sempre são enfraquecidos em filmes de grupo para que os outros tenham seu protagonismo.

Num filme, ela nunca teria a chance de trocar socos com o Thor nem absorveria a energia do martelo do trovejante.

Romance nada adolescente:

Ah, claro… Dizer que isso pareceu um episódio de CO-ED Confidential acaba sendo um elogio. Jane Foster que o diga. Mas no fim, a história dos dois virou uma comédia romântica clássica.

E a melhor parte é que esse é o primeiro episódio que leva direto ao fim da temporada.

Duvida? Vai lá e assiste. Depois me conta.

Nos vemos semana que vem pro penúltimo episódio da temporada.

Alexandre D´Assumpção

Segundo o Guia do Mochileiro das Galáxias, Alexandre D’assumpção, ou The Sumpa, é praticamente inofensivo. Apesar de todas as lendas a seu respeito, ele é apenas um professor Nerd, redator, roteirista de quadrinhos e audiovisual que nos anos 80 pediu carona para uma cabine azul e desde então, tem vivido suas aventuras através do espaço/tempo. Para facilitar a viagem, tornou-se mestre Zen na arte de ter um rosto tão comum que todos sempre o cumprimentam imaginando se tratar de outra pessoa; normalmente ele mesmo. Dono de uma péssima memória, ele nunca se lembra de detalhes importantes como rostos, grupos que passou nem dos inimigos que ameaçam sua vida, o que é péssimo quando ele os encontra em becos escuros. Sua toalha é customizada e ostenta a máscara da Iniciativa Gambate, empresa criada por ele para levar a cultura Pop a todos aqueles que dela precisarem, estejam onde estiverem. De tempos em tempos ele reverte a polaridade de sua chave de fenda sônica e leva algum compannion para passeios transmídia, seja em eventos, festivais ou programas de TV. No caso de um avistamento, principalmente se The Sumpa for a personalidade dominante, espere o inesperado e corra para sobreviver.

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