Quinta série

O que aconteceria se… Killmonger tivesse resgatado Tony Stark?

O que aconteceria se… Killmonger tivesse resgatado Tony Stark?

A premissa da série O que aconteceria se… é entender o quanto uma pequena derrapada ajuda ou atrapalha a história conhecida.

A derrapada da vez é a falta do Homem de ferro e os problemas que isso causa não só para Wakanda como para o mundo.

Uma casa construída com cartas:

É interessante ver o quanto uma mentira consegue infectar a todos como uma perigosa doença. Outra curiosidade é entender que a vaidade e o ego do Stark fazem dele a pessoa inteligente mais burra que existe.

Sinceramente? O plano do Killmonger nem é tão inteligente assim, se todos os personagens não estivessem olhando pra seus umbigos, eles teriam entendido rápido. O problema é que essa terra é tão belicista que nem tem problema atacar uma nação estrangeira só porque um maluco disse que era o certo a ser feito.

Raiva, vaidade, ódio, vingança… mortes.

Esse episódio teve um pouco de tudo, mas de forma lúdica ou não caberia no PG-13, mas como ideologias, principalmente as aceitas, não são ofensivas, temos todo o tipo de crítica velada as decisões dos personagens.

E bem… a história mostra que uma vez vilão, sempre vilão. O ódio de Killmonger será o mesmo em qualquer realidade e suas atitudes acompanharão.

O mesmo vale pra Tony Stark, que sem a perda, vira um prepotente ingênuo que qualquer um pode enganar. E sim, ele sempre vai construir uma versão do Homem de Ferro. Um belo exemplo foram os drones que ele construiu para o Killmonger.

Sim, parece algo que Justin Hammer faria, mas sem a necessidade de se proteger, obviamente, sua criação seria completamente impesoal.

Chadwick… de novo.

Se tem Killmonger, é claro que tem de ter o Pantera Negra. E sim, numa reviravolta irônica, o finado Chadwick Boseman dublou a morte de seu personagem.

Teria sido essa a última participação do finado interprete do Pantera Negra?

É interessante ver que no meio de todo esse dominó, Shuri e Peper Potts, duas meras coadjuvantes na história, foram as vozes da razão.

O dia ainda não foi salvo, mas as duas vão se empenhar pra isso.

As coadjuvantes Super-Poderosas:

No mais é um episódio divertido e bem animado. As limitações do tipo de traço/animação não incomodam. A história é legal, mas por mais que deixe uma ideia interessante que pode até render uma continuação, o que provavelmente não vai acontecer e dá a sensação de… descartável.

Na verdade, por mais que a série já tenha anunciado que esses personagens retornarão para a conclusão da temporada, fica aquela sensação de série episódica, o que nem é ruim. Nem tudo precisa ser grandioso ou parte de algo grande, as vezes só desopilar o fígado é bom.

Alexandre D´Assumpção

Segundo o Guia do Mochileiro das Galáxias, Alexandre D’assumpção, ou The Sumpa, é praticamente inofensivo. Apesar de todas as lendas a seu respeito, ele é apenas um professor Nerd, redator, roteirista de quadrinhos e audiovisual que nos anos 80 pediu carona para uma cabine azul e desde então, tem vivido suas aventuras através do espaço/tempo. Para facilitar a viagem, tornou-se mestre Zen na arte de ter um rosto tão comum que todos sempre o cumprimentam imaginando se tratar de outra pessoa; normalmente ele mesmo. Dono de uma péssima memória, ele nunca se lembra de detalhes importantes como rostos, grupos que passou nem dos inimigos que ameaçam sua vida, o que é péssimo quando ele os encontra em becos escuros. Sua toalha é customizada e ostenta a máscara da Iniciativa Gambate, empresa criada por ele para levar a cultura Pop a todos aqueles que dela precisarem, estejam onde estiverem. De tempos em tempos ele reverte a polaridade de sua chave de fenda sônica e leva algum compannion para passeios transmídia, seja em eventos, festivais ou programas de TV. No caso de um avistamento, principalmente se The Sumpa for a personalidade dominante, espere o inesperado e corra para sobreviver.

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

Verifique também
Fechar
Botão Voltar ao topo