Minisséries Marvel/DC

Não lemos – Batman: Three Jokers 3

E chegamos ao fim der Batman: Three Jokers.

Sinceramente?

Toda a história pode ser resumida pelo momento em que Jason Todd deixa um bilhete mostrando para Barbara que (por ela) desistiria de ser o Capuz, vermelho, só que a cola do durex era fraca e o papel acabou sendo varrido pra debaixo do tapete da história.

Essa foi a sensação que eu tive após ler as três edições dessa história que além de prometer muito mais do que entrega, ainda devolve os personagens ao estado que eles estavam antes de tudo ter começado.

Só temos um Coringa, que repete discursos e artificios retirados de A Piada Mortal e do Asilo Arkham, Jasom está disposto a mudar, mas Barbara nunca saberá disso e voltará a sua raiva habitual e o Batman…

É, ele sabe a identidade do Coringa. Sempre soube, mas teve bons motivos para esconder a informação.

Descobrir que o suposto Coringa definitivo seria o homem que matou os pais do Batman foi meio sem graça. Johns usou o mesmo artifício do Batman de 1989, onde o Coringa e o assassino dos Waynes eram a mesma pessoa. O ponto é que Bruce e Joe Chill acabam se entendendo de um jeito meio bobo, destruindo a possível construção do Coringa definitivo.

Sabe quando o roteirista descobre que só tem aquele espaço pra concluir suas ideias? Essa é a sensação que temos ao ler essas 50 páginas. Geoff Johns já não é o melhor escritor do Batman, mas sua história não respondeu nenhum dos questionamentos levantados desde que a revelação de que haviam três Coringas, algo que em momento algum foi explorado. Eles existiam e pronto. Qual foi o primeiro Coringa? Quem sabe?

O roteirista não considerou esta informação importante e seguiu mostrando cenas de ação emendadas por uma história rasa.

Sinceramente? Não valeu a espera. Você precisa ser muito fã do Batman para gostar da história, caso contrário, ela vai te descer amargo.

Alexandre D´Assumpção

Segundo o Guia do Mochileiro das Galáxias, Alexandre D’assumpção, ou The Sumpa, é praticamente inofensivo. Apesar de todas as lendas a seu respeito, ele é apenas um professor Nerd, redator, roteirista de quadrinhos e audiovisual que nos anos 80 pediu carona para uma cabine azul e desde então, tem vivido suas aventuras através do espaço/tempo. Para facilitar a viagem, tornou-se mestre Zen na arte de ter um rosto tão comum que todos sempre o cumprimentam imaginando se tratar de outra pessoa; normalmente ele mesmo. Dono de uma péssima memória, ele nunca se lembra de detalhes importantes como rostos, grupos que passou nem dos inimigos que ameaçam sua vida, o que é péssimo quando ele os encontra em becos escuros. Sua toalha é customizada e ostenta a máscara da Iniciativa Gambate, empresa criada por ele para levar a cultura Pop a todos aqueles que dela precisarem, estejam onde estiverem. De tempos em tempos ele reverte a polaridade de sua chave de fenda sônica e leva algum compannion para passeios transmídia, seja em eventos, festivais ou programas de TV. No caso de um avistamento, principalmente se The Sumpa for a personalidade dominante, espere o inesperado e corra para sobreviver.

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