Minisséries Marvel/DC

Não Lemos – Batman: Three Jokers # 1

Sabe aquele gibi que explode cabeças? Batman: Three Jokers 1 é um desses.

Essa história foi prometida a tanto tempo que nem dá pra acreditar que ela finalmente foi lançada.

O primeiro número da série que nos revelará a verdade por trás dos três Coringas nos dá várias dicas sobre o grande mistério da série, que revisita muitos dos momentos importantes da história do morcego e do palhaço. Geoff Johns é um grande fã da era de prata e de Bronze, já Fabok, cujo traço ora lembra o Gary Frank, ora o Brian Bolland, serve como um importante elo entre modernidade e nostalgia.

Pode-se dizer que tanto o roteirista quanto o desenhista s esforçam para emular A Piada Mortal. Além das transições cena a cena e texto para cena e da diagramação que lembra bastante a do clássico de Alan Moore, ainda temos a aparência de um dos Coringas, a Barbara Gordon adulta e o Batmóvel neoclássico.

Os criadores reforçam a ideia de que estamos lendo o sucessor espiritual do clássico de Moore, mas não param aí e puxam vários elementos clássicos como o bobo da corte usado pelo coringa, os peixes sorridentes e os capangas nos moldes do Batman 66.

Estamos lidando com coringas de fases diferentes do Batman, que por mais que tenham modus operandi semelhantes, não são a mesma pessoa.

Na mesma noite e praticamente na mesma hora, o Coringa comete três crimes diferentes: Mata um mafioso, um comediante e rouba um tonel de produtos químicos na Ace Chemicals.  A polícia de Gotham fica perdida, imaginando qual crime teria sido cometido pelo verdadeiro coringa. A maioria aposta no que roubou o líquido que o criou, principalmente porque encontram três desconhecidos vestidos com o uniforme clássico do Capuz Vermelho, só que com o corpo completamente alvo como o do Coringa.

Batman e Batgirl, que já estavam acompanhando a investigação, descobrem que o Capuz Vermelho está estrangulando uma das vítimas do príncipe palhaço do crime. Cortamos para a cabana onde os Coringas estão. O Coringa que roubou os produtos químicos é recebido pelo que está vestido com a camisa havaiana e o chapéu de A Piada Mortal. Os dois conversam sobre seu chefe, o Coringa que não ri dos anos 40. Eles conversam algo sobre criar o Coringa definitivo.

Nem precisa dizer que isso abre um leque de possibilidades para o motivo de termos três Coringas, né? Com a pressão certa e os produtos químicos…

Isso é o equivalente ao conceito de que estamos a um dia ruim de distância de uma explosão de sociopatia. Pode-se dizer que Barbara e Jason estão num de seus piores dias, principalmente após o encontro com o a versão da era de prata do palhaço, que tem um bobo da corte e capangas com nomes engraçados. No local, vemos também os peixes (e o tubarão) do Coringa nadando num tanque de compostos químicos.

Como eles conseguem vencer o vilão rápido demais, além de perceber diferenças físicas e de modus operandi, começam a se indagar se aquele era o verdadeiro Coringa. Jason, que acaba sendo suscetível aos jogos mentais do personagem, mete um balaço na cabeça dele.

E a primeira edição nos deixa com várias perguntas: Seria aquele o verdadeiro Coringa? Uma das cópias? Ele está morto? Vivo? Qual é o plano dos três Coringas? Eles estão fazendo experimentos para criar o Coringa definitivo… o que isso significa?

Pra uma HQ que gastou metade da edição só com desenvolvimento dos personagens e de seu universo, o saldo foi excelente. Resta saber o que nos aguarda nos próximos capítulos.

 

 

 

 

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