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Dark Knights: Death Metal 2 – Be the Fern

Diana inicia a busca pela energia Anti-Crise.

Presenciem o nascimento do Dr. Manhattam que ri.

Be the Fern dá continuidade aos eventos da edição anterior e começa com uma bela dose de humor negro.

Logo na primeira página, vemos um híbrido Batman/Átomo comentar que grandes coisas vêm em pequenos frascos poucos minutos antes de ser esmagado pelo novo Batmóvel, que é um Monster Truck inteligente. Lembra da Super Máquina? O conceito é o mesmo.

O Batman que ri está morto, mas o universo não aceita o vazio.

O Retorno da Sociedade da Justiça.

Diana, Wally West e o Monstro do Pântano vão até a cidade anteriormente conhecida como Washington para encontrar o Batman, que está escondido no Valhalla, o cemitério de heróis.  Assim que eles descem pelas catacumbas, são recebidos por construtos verdes, porém a Mulher-Maravilha sabe a senha que aciona seu controlador e descobrimos que o local está sendo guardado pelos remanescentes da Sociedade da Justiça: Alan Scott, o primeiro Lanterna Verde, O Pantera, Senhor Destino e Jay Garric, o primeiro Flash.

Aqui, vale elogiar Capullo, que foi o primeiro artista a mostrar os personagens como os idosos que eles realmente são. Sim, eles são poderosos e etc., porém, já passaram dos 80 anos e seus corpos não estão mais no auge de sua forma física.

O momento fofo do episódio é a conversa entre Wally e Jay. O jovem pergunta se ele ainda se lembra dele e Jay afirma que nunca mais se esquecerá de seu sucessor.

Na cripta, descobrimos que o Batman está brincando de reanimator, o que explica as presenças de Jonah Rex e do General Rock, que foram reanimados pelo morcego para lutar suas guerras. É interessante ver que ao que parece, Snyder está usando a simbologia dos Deuses Greco-Romanos. No primeiro número, Diana foi colocada como o Hefestos deste universo e vemos que Batman e sua obsessão por ressuscitar heróis caídos,  funcionará como o nosso Hades.

Em resposta aos pedidos de ajuda da Mulher-Maravilha, o Batman relembra sua busca pelo Metal Enésimo e os eventos que levaram à destruição da Fonte e o surgimento de vilões como Perpétua e as versões distorcidas do morcego.

O Doutor Manhattan que ri.

Diana tenta contra argumentar o conceito de que o inferno que eles estão vivendo seja pavimentado com as boas intenções de Bruce ao contar o que Wally havia revelado na edição anterior.

O Batman até discorda por um tempo, mas todos sabem que eventualmente, ele participará da busca pela energia anti-crise. Enquanto isso, vemos o surgimento do segundo Flash. Jay pergunta a Barry sobre a força de aceleração e ele explica que ela continua danificada e enfraquecida após ter sido usada por ele para tentar voltar no tempo e consertar toda a bagunça que eles estavam vivendo.

No castelo do morcego, base dos Batmen malignos, vemos o cérebro do Batman que ri ser transferido para um dos corpos do Dr. Manhattam e descobrimos que o Bruce Wayne definitivo era um plano para ressuscitar o Batman que ri.

Num primeiro momento, o experimento parece ter dado errado, só que o B. Rex (versão do dinossauro da Bat-caverna com a essência do Batman) debocha do azulão e acaba sendo descriado pelos novos poderes deste Bruce que assume uma versão mais próxima do seu normal para falar com Perpétua.

A vila comenta que dominou mais seis terras e que sentiu uma mudança, uma… perturbação. O Risonho comenta que tudo segue como deveria e ela o avisa de que só ela é capaz de evitar as grandes consequências de seus feitos, e que se ele a traísse, os dois se tornariam alvos. Ao fim da conversa, o Batman maligno descria os outros Batmen, mas mantem um Robin, cuja história ele deseja conhecer. O Robin conta e o Risonho se delicia tanto que acaba anunciando  que o transformará num rei. No momento seguinte, ele abandona as cores do personagem de Watchmen e assume tons mais sombrios.

Finalmente descobrimos seu plano: ele pretende aproveitar a ideia da Diana para recriar o universo e gerar 52 terras de pura maldade.

No capítulo seguinte, vemos os personagens, com a companha da Arlequina invadindo uma catacumba onde encontram os vilões da série anterior, só que na verdade, são robôs criados pelo Batman.

O curioso é que eles estavam guardando o meio que os personagens usariam para ir a Apokolips, onde poderiam acessar a fonte e mudar a história.  Os robôs foram criados pelo Homem-Brinquedo japonês, que já montou vários apetrechos de gosto duvidoso para o Batman. A Mulher-Maravilha pergunta se a nave será ao menos discreta e o Batman responde que ela vai descobrir.

Mais uma do Homem-Brinquedo japonês…

No último quadrinho, vemos um robô gigante com características da trindade alçando voo.

Sinceramente? A história ainda está interessante, principalmente pelas pequenas bizarrices como o robô que tem a imagem do Batman, do Superman e da Mulher-Maravilha. Descobrir que Washington virou a Nova Apokolips e ver que o Batman virou um reanimador de heróis pretéritos, o que pode incluir diferentes heróis na série de uma maneira funcional.

Descobrimos o motivo do Monstro do pântano ter esse visual na série: As queimadas da floresta Amazônica estão afeitando o Parlamento das Arvores.

Ah, sim… Vimos a aparição do Robin King e do Batman que ri superior que darão muito trabalho para os personagens no resto da série. Va ser interessante ver como o conceito de 52 terras do mal vai funcionar e como o Superman entrará na história.

Não dá pra reclamar dos dois primeiros números e ainda não dá pra ver derrapadas na história. Snyder está sabendo manter suas ideias grandiosas interessantes.

Que venha a terceira edição.

 

 

 

 

 

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