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Dark Knights: Death Metal 1 – It All Matters

O Batman que ri e Perpetua tem um plano pra você.

Scott Snyder retorna ao universo de Noite das Trevas: Metal.

A primeira edição de Dark Knights: Death Metal nos apresenta um mundo apocalíptico controlado pelo Batman que Ri e por outras versões do morcego.

O vilão risonho  não só dominou o mundo e o redesenhou com o símbolo do morcego, como em parceria com a vilã Perpetua, está fazendo incursões em outras realidades. Neste mundo, as amazonas foram aprisionadas e  Mulher-Maravilha foi obrigada a acatar as ordens do sorridente vilão que não economiza ameaças.

Quando uma delegação de Batmen leva um prisioneiro para a prisão que ela administra, ela começa a ter visões de outro momento da história.

E este é o princípio da mudança. Sem que ela desconfiasse, o verdadeiro Batman criou um elo mental entre eles e anunciou sua volta, o que acontece de forma precipitada durante o encontro dela com o risonho.

Movida por este encontro, ela decide visitar o prisioneiro, que descobre ser o Wally West azul, que se fundiu com uma das versões do Doutor Manhattan. Ele viajou por diferentes universos e descobriu as que Perpétua está querendo reunir as energias das Crises.

O Batman que Ri invade o local onde a Mulher-Maravilha está e fala sobre sua intenção de criar energias  Anticrise e usa-las a seu favor.

Furiosa, Diana mata o risonho com sua motosserra da verdade. Entretanto, os Batmen já pareciam contar com este desfecho, uma vez que o Bat-Mago comenta sobre o plano do Bruce Wayne definitivo.

Só que isso é algo para a próxima edição.

Olha, o roteiro é  do Scott Snyder, então espere absurdos e manias de grandeza. Se você leu a primeira série e gostou, esta nova incursão ao universo das trevas vai te agradar. Tem todos os tipos de Batman mestiços possíveis, tem até um dinossauro, tem novos personagens do UDC que fazem ou não sentido dentro da história. Se por um lado, o Lobo e sua busca num planeta de ossos vivos e o Monstro do Pântano incandescente são interessantes, Jonah Hex e Sargento Rock não fazem muito sentido dentro da trama. Rock só aparece falando as bobagens que milicos estereotipados dizem, o que não faz dele um personagem interessante para a história.

É bom? É ruim? É questão de gosto. Quem gosta vai ignorar o que não gosta ou achar desculpas para que isso ou aquilo funcione dentro do contexto. Os conceitos são interessantes e se forem bem explorados, vão render boas histórias.

O ponto é que o Snyder é aquele tipo de roteirista que tem até boas ideias, mas dá derrapadas feias, principalmente quando ele tenta criar coisas grandiosas demais.

A arte do Greg Capullo ajuda bastante. É interessante ver o quanto o artista cujo traço lembra uma versão melhorada do traço do John Romita Jr. melhorou desde seus tempos de X-Men e X-Force.

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